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Charles Stanley

Gálatas 6.14

Freqüentemente nós vemos pessoas usando cruzes penduradas em correntes, em forma de broches ou anéis. Também muitos templos cristãos exibem uma grande cruz no topo de suas fachadas ou na torre do sino. Vitrais, batistérios, púlpitos e até roupas dos corais são decorados com a imagem da cruz. Nós vemos o símbolo da cruz tão freqüentemente que nos acostumamos a ele e o tomamos por algo comum.

Pela nossa “moderna” maneira de ver as coisas, nós sempre falhamos em perceber o real impacto da cruz e seu valor. Se fosse um cidadão de Roma no primeiro século, você viveria toda a vida desejando nunca ver tal cena . Naquela cultura, a cruz era o símbolo máximo de vergonha, de horror, de morte e de maldição. A crucificação era algo tão repulsivo para os romanos, que eles não permitiam que nenhum de seus cidadãos fosse morto por esse método, independentemente de qual fosse seu crime.

Como, então, tal horrendo símbolo transformou-se na imagem da esperança e da misericórdia? Ao morrer na cruz, Jesus Cristo pagou o que era devido pelos pecados da humanidade. Todos os pecados (um a um) foram pregados na cruz com Jesus, e todos eles morreram ali com Ele. Quando Ele se levantou da tumba, nossos pecados não O acompanharam, mas permaneceram lá. Portanto, o pecado e a morte foram derrotados de uma vez por todas. Em Cristo, todos têm a oportunidade de participar de tal salvação.

Louvemos a Deus hoje pelo dom da salvação, e agradeçamos a Jesus por suportar a punição pelo nosso pecado.

Campos de Boaz: colheita do que Cristo, o Boaz celestial, espalhou em Seus campos é um projeto cristão voluntário sob responsabilidade de Francisco Nunes.
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