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Feita está a obra que salva!
De uma vez e para sempre feita.
Cumprida a justiça
Que reveste o injusto homem.
O amor que nos abençoa
Está fluindo livremente para nós agora.

O sacrifício acabou,
O véu está rasgado ao meio,
O propiciatório está vermelho
Com o sangue da vítima imolada;
Por isso estamos nós, então, sem temor.
O sangue divino convida-nos a nos aproximar.

O portão está totalmente aberto,
O novo e vivo caminho
É claro e gratuito e brilha,
Com amor e paz e luz do dia;
Para o Santo dos Santos nós agora vamos,
Nosso lar presente e eterno.

No trono da graça
O Sumo Sacerdote assenta-se;
O sangue está em Sua mão
O qual faz-nos e mantém-nos limpos.
Com ousadia vamos agora nos aproximar,
Pois o sangue baniu todo medo.

Então, ao Cordeiro uma vez morto
Seja a glória, o louvor e o poder,
A Ele que morreu e vive novamente,
Que vive para sempre,
Que nos amou e nos lavou em Seu sangue,
Que nos fez reis e sacerdotes para Deus.

(Horatius Bonar. traduzido por Francisco Nunes para Editora dos Clássicos, 2003)

Campos de Boaz: colheita do que Cristo, o Boaz celestial, espalhou em Seus campos é um projeto cristão voluntário sob responsabilidade de Francisco Nunes.
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