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Se um homem não pode ser cristão onde está, ele não pode ser cristão em lugar nenhum.

(Henry Ward Beecher)

Uma árvore sempre pode ser conhecida por seus frutos. Assim, um verdadeiro cristão sempre pode ser identificado por seus hábitos, gostos e afeições.

(J. C. Ryle)

“Bem-aventurado é aquele que em Mim se não escandalizar” (Lc 7.23).
Às vezes, é muito difícil não se escandalizar em Jesus Cristo. Os escândalos podem ser circunstanciais. Encontro-me em uma prisão ― uma esfera de ação estreita, um quarto de doente, uma posição impopular ― quando esperava grandes oportunidades. Sim, mas Ele sabe o que é melhor para mim. Meu ambiente é determinado por Ele. Ele pretende intensificar minha fé, atrair-me a uma comunhão mais próxima Consigo mesmo, amadurecer meu poder. Na masmorra, minha alma poderá prosperar.
O escândalo pode ser mental. Sou assombrado por perplexidades e perguntas que não consigo resolver. Eu esperava que, quando me desse a Ele, meu céu estaria sempre limpo; mas muitas vezes ele é encoberto por névoa e nuvens. No entanto, permita-me crer que, se as dificuldades persistirem, é para que eu aprenda a confiar Nele de maneira ainda mais interior ― a confiar e não ter medo. Sim, e, por meio de meus conflitos intelectuais, sou treinado para ser tutor de outros homens que estejam atravessando tempestades.
O escândalo pode ser espiritual. Eu imaginei que, em Seu rebanho, nunca sentiria os ventos cortantes da tentação; mas é melhor como é. Sua graça é ampliada. Meu próprio caráter é amadurecido. Seu céu é mais doce no final do dia. Lá, examinarei as mudanças e as provações do caminho e cantarei os louvores de meu Guia. Então, venha o que vier, Sua vontade é bem-vinda, e eu me recusarei a ficar escandalizado em meu amoroso Senhor.

(Alexander Smellie)

O teste final de nossa espiritualidade é a medida de nossa admiração pela graça de Deus.

(Martin Lloyd-Jones)

“Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êx 20.7).
Qualquer coisa relacionada ao Deus verdadeiro ― Seu ser, Sua natureza, Sua vontade, Suas obras, Sua adoração, Seu serviço ou Sua doutrina ― pertence ao nome de Deus. Esse mandamento se estende ao estado dos pensamentos e do coração dos homens, bem como a suas palavras. Tomar o nome de Deus em vão é usá-lo de qualquer maneira frívola, falsa, imprudente, irreverente ou perversa. O escopo desse mandamento é garantir o uso santo e reverente de tudo aquilo pelo que Deus se faz conhecido a Seu povo e, assim, guardar Seu nome sagrado contra tudo o que é calculado para torná-lo desprezível. A maneira correta de tomar Seu nome é ser grave, solene, inteligente, zeloso, sincero e com piedoso temor.
“Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome” (Mt 6.9).

(William S. Plumer)

Deus, dá-me uma profunda humildade, um zelo bem orientado, um amor ardente e um olhar singelo!

(George Whitefield)

Ora, o Deus da paz, que,
pelo sangue da aliança eterna,
tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor,
Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas,
vos aperfeiçoe em toda a boa obra,
para fazerdes a Sua vontade,
operando em vós o que perante Ele é agradável
por Cristo Jesus,
ao qual seja glória para todo o sempre. Amém!

(Hb 13.20,21)

Traduzido por Francisco Nunes. Revisado por Francisco Nunes. Este artigo pode ser distribuído e usado livremente, desde que não haja alteração no texto, sejam mantidas as informações de autoria e de tradução e seja exclusivamente para uso gratuito. Preferencialmente, não o copie em seu sítio ou blog, mas coloque lá um link que aponte para o artigo. Ao compartilhar nossos artigos e/ou imagens, por favor, não os altere.
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