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Todos os problemas, aflições e tristezas desta vida, em comparação com a felicidade e a bem-aventurança eternas, devem ser considerados como nada. Eles são apenas um grão de areia em comparação com as insondáveis glórias do céu!

(Thomas Brooks)

Ao orar, estamos frequentemente ocupados com nós mesmos, com nossas próprias necessidades e nossos esforços próprios na apresentação deles. Ao esperar em Deus, o primeiro pensamento é sobre o Deus em quem esperamos. Deus deseja se revelar, encher-nos de Si mesmo. Esperar em Deus dá a Ele tempo, a Sua maneira e no poder divino, de vir até nós. […] Fique quieto diante Dele e permita que o Espírito Santo Dele desperte e incite em sua alma a disposição infantil de dependência absoluta e expectativa confiante. Espere em Deus até saber que O encontrou ― a oração, então, se tornará tão diferente! E, quando você estiver orando, que haja intervalos de silêncio, de reverência quietude da alma, nos quais você se entrega a Deus, caso Ele tenha alguma coisa que lhe deseja ensinar ou trabalhar em você.

(Andrew Murray)

Precisamos observar a vida do coração, pois é em nossos pensamentos, sentimentos, estados de humor, temperamentos e afetos que começa o afastamento de Cristo. Precisamos observar nosso estado espiritual interior. O mundo pode não ver nenhum limite a nosso zelo externo, nossa atividade religiosa, nossa fervorosa promoção da verdade, e ainda assim pode não haver suficientes oração interior, amor a Cristo, ternura de consciência, fome de justiça ou desejo de santidade em nosso coração.

(J.R. Miller)

Suficientes para cada dia são os deveres a serem realizados e as provações a serem suportadas. Deus nunca edificou um cristão forte o suficiente para cumprir os deveres de hoje e ter as ansiedades de amanhã amontoadas sobre eles!

(Theodore Cuyler)

Resista a toda tentação de duvidar do amor de Cristo assim como você resistiria à tentação de adultério ou de assassinato!

(John Newton)

Estou aflitíssimo;
vivifica-me, ó Senhor,
segundo a Tua Palavra. […]
Tu és o meu refúgio
e o meu escudo;
espero na Tua Palavra.

(Sl 119.107,114)

Nosso Pai, que procura aperfeiçoar Seus santos em santidade, conhece o valor do fogo do refinador. É com os metais mais preciosos que o ensaiador de minérios se esforça mais e os submete ao fogo abrasador, porque fogo assim derrete o metal, e apenas a massa derretida libera sua liga ou assume perfeitamente sua nova forma no molde. O velho refinador nunca se afasta do cadinho, mas se senta ao lado dele, para que não haja um grau excessivo de calor para danificar o metal. Mas, assim que ele escuma da superfície o último resíduo e vê o próprio rosto ali refletido, ele apaga o fogo.

(Arthur T. Pierson)

Traduzido por Francisco Nunes. Revisado por Francisco Nunes. Este artigo pode ser distribuído e usado livremente, desde que não haja alteração no texto, sejam mantidas as informações de autoria e de tradução e seja exclusivamente para uso gratuito. Preferencialmente, não o copie em seu sítio ou blog, mas coloque lá um link que aponte para o artigo. Ao compartilhar nossos artigos e/ou imagens, por favor, não os altere.
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